“Tess of the D’ Ubervilles” – Thomas Hardy

by manuel margarido

“I agree to the conditions, Angel; because you know best what my punishment ought to be; only – only – don’t make it more than I can bear!”
– Thomas Hardy, Tess of the d’Urberville

Nos 170 anos da nascimento de Thomas Hardy (2 Junho de 1840 – 11 Janeiro de 1928), pretexto para recordar um dos filmes da minha vida (damn, não se consegue fugir a citar o João Bénard da Costa). Melhor dito, pretexto para a memória da adolescência de hormonas e borbulhas, amplamente estimuladas pelo intensa desempenho de Natasha Kinski, então com 19 anos, uma linhagem cinematográfica de peso e uma carreira que tudo parecia prometer. De “Tess of the D’ Ubervilles” (1979) se fala, em Portugal estreado com um simplificado e muito apelativo título: “Tess“. Via este filme de Roman Polanski (que a justiça divina o proteja dos tribunais) cheguei ao livro, mais tarde ao autor. E se, de Thomas Hardy, aprecio bastante a poesia (obrigado, Rui Lage, por esta tradução), quando surge o nome do escritor de Dorset é do filme, não do romance, que imediatamente me lembro. Mas quem lhe ficou indiferente, a ele filme? Quem não suspendeu a respiração na cena final?

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