SOBRE SOB VOZ

(SOBRE SOB VOZ – título do primeiro livro de poesia de João Miguel Fernandes Jorge.)

SOBRE

Este blogue não é temático. Reflecte os gostos, interesses e, por vezes, os desvarios de quem o edita. Acontece que, entre esses interesses, a literatura (em particular a poesia) e a política são mais acentuados.

Sobre estas inclinações, tenho igualmente de esclarecer: não sou crítico literário; não domino com suficiente conhecimento as técnicas de análise textual. Daqui decorre que, qualquer escrito sobre literatura que aqui surja tem um carácter meramente impressionista. O que não me impede evitar apreciar por adjectivos.

Sobre estas inclinações, adianto também que não sou ‘politólogo’ (palavra, de resto, detestável). Procuro ser fiel e verdadeiro ao meu olhar, que abomina em regra o politicamente correcto e suavemente se comove ou enfurece com o espectáculo do mundo.

Para satisfação da humana curiosidade, sempre acrescento que trabalho em empreitadas onde a escrita é a matéria-prima. Serei, por isso, empreiteiro.

Todos os materiais textuais, iconográficos ou de qualquer outra natureza publicados neste blogue podem ser (já são, já são), copiados, gamados, transcritos na íntegra. Basta, ao fazê-lo, referir a fonte:


http://asfolhasardem.wordpress.com

Ressalvam-se os materiais que têm aposta a marca de copyright (©).

SOB

Sob pena de inutilidade pessoal e futilidade desnecessária, este blogue destina-se ao meu divertimento e, por vezes, ao prazer da escrita.

Sob pena de transformar o blogue num ‘albergue espanhol’, não publico os comentários que recebo. Respondo pessoalmente a todos e a cada um deles, consoante disponibilidade própria e pertinência dos mesmos.

Os eventuais passantes que não desejarem cumprir as formalidades da caixa de comentários podem sempre escrever directamente para o endereço de mail do blogue:

manuelmargarido@gmail.com

Sob risco de passar por analfabeto informático, tenho a dizer que não domino de todo os ‘widgets’ e aplicações várias destinadas a divulgar, difundir, disseminar, expandir a notoriedade, reconhecimento, número de visitantes. É uma pena. Mas também não importa.

VOZ

Creio que, na blogosfera, impera a implacável retórica da assertividade. Na medida do possível procuro exactamente o contrário. Divulgar coisas raras, olhar de forma irónica para as evidências, deixar, a eventuais outros, eventuais pistas para pensar, descobrir, sonhar, conhecer prazer.

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